A MÍSTICA CHAPADA DOS VEADEIROS | Goiás – Brasil

Viajar pelo Brasil é tudo de bom, pense num país abençoado de verdade!! O que temos de belezas naturais e biodiversidades por aqui, não se compara a nenhum outro lugar no mundo. E a Chapada dos Veadeiros não é apenas mais um lugar turístico. A chapada é imperdível, é demasiadamente linda, e principalmente mística. Por aqui podemos presenciar vários fenômenos, não só naturais, mas também surreais.

Sejam bem vindos ao cerrado, sejam bem vindos à Chapada dos Veadeiros.

QUANDO IR | COMO CHEGAR | são jorge | alto paraíso | CAVALCANTE

O QUE É A CHAPADA DOS VEADEIROS ?

A Chapada dos Veadeiros é uma região de uma natureza farta com diversas trilhas, cânions, rios e córregos que formam piscinas naturais, corredeiras e cachoeiras, além de um céu único para apreciar o nascer e o por do sol. Aqui na Chapada, o cerrado revela sua cara: veredas repleta de buritis, campos úmidos, campos de flores, matas ciliares dando proteção aos rios, de galeria e campos rupestres. Sua formação rochosa é das mais antigas do planeta, formada por quartzitos. A Chapada é composta por mais de mil cachoeiras, e destas, apenas 300 estão catalogadas. Acredita-se que muitas outras ainda estão prestes a serem descobertas. Os exploradores da região, estão sempre na busca de novas cachoeiras pelo cerrado adentro, na tentativa de cada vez mais, mostrar ao público o quanto esta parte do Planalto Central vale a pena conhecer. Reserve no mínimo uma semana inteirinha, ou muito mais, para conhecê-la.

QUAL A MELHOR ÉPOCA PARA CONHECER A CHAPADA DOS VEADEIROS?

Não há melhor época. Dizem por aí que a melhor época é entre abril a setembro, meses que não chove, e entre outubro a março não é a melhor, pois é época de chuvas. Nós orientamos que vá em todas as épocas, pois irá encontrar a Chapada linda de qualquer forma. A Chapada dos Veadeiros é tão grande, que em uma região pode chover e em outra, não. E as chuvas por lá geralmente não duram muito tempo, portanto, a melhor época é quando você puder ir. É importante montar o seu roteiro antecipadamente, mas nem sempre conseguirá seguir a risca o que está no papel, pois são diversos atrativos e muitas vezes a caminho de um ponto turístico, você verá outros dois ou três pontos lhe convidando para visitá-los.

COMO CHEGAR NA CHAPADA DOS VEADEIROS ?

Para conhecer esse paraíso do estado de Goiás, podemos chegar através dos aeroportos de Brasília que está a 230 km de distância, ou de Goiânia a 410 km de distância. O mais utilizado pelos viajantes, é o de Brasília, pois além de ser o aeroporto com voos comerciais mais próximo da Chapada, é também um aeroporto internacional, e com as melhores opções de chegar na Chapada, e é também a capital brasileira mais próxima.

Para seguir do Aeroporto de Brasilia (BSB), temos três grandes opções:

  • ALUGAR UM VEÍCULO dentro do aeroporto de locadoras 24h, retirar e devolver a qualquer hora. Caso locar um veículo, que também lhe deixará mais independente para conhecer os pontos turísticos, dê preferência a um veículo com certa altura livre do solo, o que possibilita que ele vença obstáculos mais altos, pois em alguns pontos da Chapada, um carro alto é a melhor escolha, principalmente em épocas de chuvas.
  • ÔNIBUS INTERESTADUAL é outra opção para seguir até a Chapada dos Veadeiros. Existem ônibus que partem da Rodoviária de Brasília até Alto Paraíso. Mas para fazer os passeios por lá, precisará contactar guias com veículos próprios, ou então, buscar as caronas programadas para fazer os passeios.
  • CARONAS PROGRAMADAS é a terceira opção. São as caronas entre Brasília e Chapada que é muito comum. Existem até grupos no whatsapp e Facebook que combinam diariamente caronas ida e volta para o aeroporto, e também caronas dentro da Chapada para conhecer os pontos turísticos.

A Chapada não se resume apenas em belas cachoeiras, mas também podemos presenciar muitos outros atrativos nesta região. Cânions, o deslumbrante cerrado, céu estrelado, entardecer que lembra uma aurora austral, simmmm , aurora austral, tens noção? A cultura dos Kalungas Quilombolas, a charmosa e minúscula Vila São Jorge e muitos animais silvestres. Pé no freio para não machucá-los, já que o índice de atropelamento dos bichinhos é alto.

A estrada de Brasília, a BR-010, é interligada com a estrada GO-118, em direção às vilas mais conhecidas da Chapada. A GO-118 é um verdadeiro tapete, bem sinalizada e com uma paisagem que trás tranquilidade. A primeira cidade da Chapada, á 152 km de Brasília, está São João d’Aliança. O portal de São João dá as boas-vindas aos viajantes. São João é o início da Chapada, e vale muito a pena dar uma paradinha por lá para conhecer suas belezas naturais.

Á 70 km de São João d’Aliança, iremos encontrar o portal da capital da Chapada, Alto Paraíso de Goiás, e á esquerda do portal, a 35 km depois, a Vila São Jorge, já na GO-239.

O Portal de São João d’Aliança e a nave espacial de Alto Paraíso dando as boas-vindas a quem chega. Logo após Alto Paraíso, á esquerda do trevo, na GO-239, teremos a Vila São Jorge à 37 km de distância. Atravessando o trevo, direto pela GO-118, teremos Cavalcante a 90 km de distância e 30 km depois de Cavalcante, a Comunidade dos Kalungas.

DICA → Estando de carro, hospede-se numa vila como base para conhecer toda a região, uma de cada vez. Estando de ônibus ou carona, procure se hospedar algumas noites em cada lugar, pois muitos passeios costumam durar o dia todo e são diversos numa só vila. Das vilas, não importa em qual você vai escolher para se hospedar primeiro, a experiência de desbravar a Chapada será a mesma, pois haverá pontos imperdíveis em São Jorge, em Alto Paraíso, em Cavalcante e nos Kalungas. Sendo assim, terá que se locomover para todas as regiões, seja com um veículo alugado, ou rachando despesas como carona. Relembrando que as caronas programadas são super normais. Alguns passeios podem até ser feitos de bike. Não se esqueça de pegar o mapa turístico na vila em que se hospedar, para saber a direção e localização dos pontos turísticos.

O carinha simpático na porta de uma loja no centrinho de São Jorge
Foto: Blog Viajandopelomundo

Um fato curioso na Chapada, é que e podemos sentir no ar um certo misticismo. Vemos a figura de ET’s espalhados pelas vilas, afinal, seus moradores mais antigos afirmam que já tiveram a experiência extraterrena. A Chapada está localizada no ponto mais alto do Brasil, e está cercada por montanhas. Isso faz os moradores acreditarem que a região é protegida pelos nossos vizinhos intergalácticos 👽

VILA SÃO JORGE

Rústica, simples, com ruas de terra, pequena e charmosa. Totalmente diferente da Vila de Alto Paraíso, a Vila São Jorge não possui muita infraestrutura. Com apenas uma padaria, algumas pousadinhas, uma pracinha movimentada, um centrinho bem charmoso, e só! Não há caixa eletrônico, nem posto de gasolina, e nem ônibus municipal ou intermunicipal, mas é muito acolhedora. Os anfitriões são bem “zen” e extremamente receptivos e cheio de turistas em alta temporada. Possui muitos atrativos turísticos bem próximo da vila, e em alguns, é possível chegar até de bike. A Vila é um dos lugares mais procurados para se hospedar e servir como base para conhecer os outros pontos turísticos. O Parque Nacional, o Vale da Lua, a Cachoeira do Abismo, o Mirante da Janela e o Jardim de Maytrea são os principais pontos turísticos. Leve dinheiro, principalmente trocado para pagamentos pelo local, pois muitos lugares não aceitam cartões.

PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS VEADEIROS

Localizado a 5 minutos da Vila São Jorge, o Parque Nacional, com uma área de mais de 65 mil hectares, é uma espécie de santuário ecológico, onde podemos avistar belas cachoeiras e se banhar nas águas de algumas delas. Aqui, leva-se um dia inteiro para conhecê-lo completamente e não há restaurantes, apenas uma cantina na entrada, bebedouro e banheiro, portanto leve alimentos e traga seu lixo de volta.

Valor de entrada R$18 para brasileiros, R$27 para visitantes do Mercosul e R$36 para os demais visitantes. Horário de entrada, das 08h até as 12h e horário de saída até ás 18h. Acesse ICMBio para mais informações. Antes de iniciar as trilhas, é necessário preencher um cadastro e assistir a um vídeo-aula com informações e regras do parque.

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, localizado na Rodovia GO 239, Km 36 – Vila de São Jorge

O Parque Nacional é imenso, e pode chover em um ponto e no outro não. Mesmo sendo enorme, ele possui algumas áreas restritas e as áreas disponíveis para trilhar é dividido entre os setores vermelho e amarelo, com 11 km cada setor (5,5 km cada trecho). O setor amarelo é a trilha onde estão os pontos imperdíveis do parque. Se você tem bastante tempo para conhecer, faça as duas trilhas, caso não tenha muito tempo, faça a trilha amarela primeiro e deixe a vermelha para outra oportunidade. A trilha amarela é feita por uma boa parte reta, de pedra, e próximo das cachoeiras, chão batido, com troncos e raízes para apoio, porém há pouquíssima sombra. Trilha fácil, basta seguir os dois “S” que encontrar na trilha, que levará às principais atrações: As Cachoeiras do Salto de 120 m e de 80 m, além do Carrossel e das Corredeiras.

CACHOEIRA DO SALTO 120

Seguindo as demarcações da trilha amarela, iremos encontrar o Mirante do Salto do Rio Preto. De longe, observamos um paredão impressionante jorrando água desenfreadamente, é a Cachoeira do Salto de 120 metros. É uma das cachoeiras com a maior queda d’água e um dos principais cartões postais da Chapada dos Veadeiros. Ela está embaixo da Cachoeira do Salto 80 que está abaixo das corredeiras, e esse circuito recebe o nome de Roteiro dos Saltos. Toda essa água do circuito, cria-se um espetáculo estrondoso na Salto 120. Em épocas de secas, a força das águas não é igual em época de chuvas, mas também impressiona.

Conhecida também como Salto 1 ou Salto do Rio Preto, esta cachoeira é apenas para admirá-la do alto do mirante, e a vista é incrível. Ela também aparece de longe em outra trilha, lá do Mirante da Janela. Da sede do parque até a cachoeira, é necessário encarar uma trilha de 4,5KM.

CACHOEIRA DO SALTO 80

Próximo da Cachoeira do Salto 120, ou melhor, bem em cima do Salto 120 encontra-se a Cachoeira do Garimpão, também conhecida como Salto 80 ou Salto 2. Com 80 metros de queda d’água, é a segunda cachoeira que chama atenção dentro do parque. Diferente da Cachoeira 120, nesta cachoeira, podemos chegar bem próximo de sua queda e ainda pode-se banhar nas piscinas que se formam das suas águas.

Ótimo lugar para entrar em conexão com a natureza, e a experiência de estar próximo de uma queda d’água é ótima. Dependendo do volume da água, é possível ficar horas se banhando por aqui. Esta bela queda de 80 metros de altura, que fica logo acima do Salto do Rio Preto, destaca-se pelo seu excelente poço para banho, e em época de seca, a água se torna cristalina onde podemos avistar pequenos peixes. Ela também aparece de longe, lá na trilha do Mirante da Janela, tornando todo aquele cenário surreal.

Além das duas cachoeiras, teremos uma parada no Mirante do Carrossel, e mais á frente as Corredeiras. O caminho possui boa sinalização e não exige muito preparo físico, mas haverá algumas áreas de terreno acidentado.

CARROSSEL E CORREDEIRAS

O Mirante para Cachoeira do Carrosssel

É muita água rolando nessa região, afinal, estamos falando do bioma berço d’água de várias nascentes de importantes rios brasileiros, como Xingu, São francisco, Araguaia, e muitos outros. Aqui, o mirante para a Cachoeira do Carrossel, a sequência de quedas d’água que formam belos poços para banho entre a Cachoeira do Garimpão e as Corredeiras. Ela recebe este nome pelo movimento que faz em seu percurso, girando como um verdadeiro carrossel.

  • PARQUE NACIONAL DA CHAPADA
  • Trilha: Moderada
  • Entrada: Paga
  • Necessidade de Guia: Não
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★★

Algo bastante curioso no cerrado, são essas plantinhas queimadas, chamadas “Canela de Ema”. Esta espécie de planta, que também é muito comum nas regiões de Capitólio e em outras paisagens turísticas do cerrado. O interessante destas plantas é que traz em suas folhas uma resina, que funciona como um “comburente natural”. No Cerrado, quando a umidade relativa do ar cai para valores abaixo de 10%, essa planta pode pegar fogo sozinha. Ela libera combustão, fazendo com que se queime. Após as queimadas, essas plantas parecem estar secas e mortas, mas ao vir as primeiras chuvas elas rebrotam, desenvolvendo longas folhas verdes e belíssimas flores de cores brancas a roxas. O fato de revigorarem após as queimadas, lhes valeu o apelido de “Fênix do Cerrado”.

Canela de Ema, a Fênix do Cerrado.

JARDIM DE MAYTREA

Morro da Baleia, ao fundo do cenário.

Lá está, altura do km 20 da GO-239, no caminho entre São Jorge e Alto Paraíso, o Jardim de Maytrea. É um cenário que trás uma paz incrível, uma paisagem absurdamente linda. E o som dos pássaros, encantador… Um lugar onde Arara Azul e Canindé fazem morada. O Jardim possui cercado com arame para não adentrar, pois é um lugar de preservação e regeneração da área. Mas mesmo assim por trás dos cercados, podemos contemplar a enorme beleza que é este lugar. Parada obrigatória para um belo registro fotográfico, nesse ponto ícone da Chapada dos Veadeiros. Os mais místicos dizem que o Jardim de Maytrea é local de um portal místico para outra dimensão.

  • JARDIM DE MAYTREA
  • Trilha: Não há
  • Entrada: Gratuita
  • Necessidade de Guia: Não
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★★

TRILHA DO ABISMO E DA JANELA

No mesmo caminho do Parque Nacional, um pouco mais á frente, estará a Trilha do Abismo e o Mirante da Janela. É o outro ponto bem pertinho de São Jorge, a apenas 10 minutos de carro da Vila, um dos mais visitados, e para nós sem dúvida, o lugar mais aconchegante de São Jorge!

A Cachoeira do Abismo está na mesma trilha do Mirante da Janela, porém a cachoeira vem antes. A trilha é leve do estacionamento até a portaria, e da portaria até o Abismo dura em média 1 hora. A trilha é bem demarcada e fácil para se chegar nos pontos principais, e a entrada para esta trilha custa R$20 e na portaria há apenas água de coco e um banheiro. O estacionamento desta trilha é conhecido também como “Aeroporto de Disco Voadores

CACHOEIRA DO ABISMO

O poço da Cachoeira do Abismo, uma verdadeira piscininha

A Cachoeira do Abismo é uma cachoeira sazonal, que só aparece no período das chuvas. No período de seca, aparece somente um fiozinho d’água. Isso a torna um presente para quem a visita em época de chuvas. Ela recebe este nome, “Abismo”, pelo fato de estando em seu raso poço, e olhando em direção a serra, a sensação é de que existe um abismo. A água que escoa desta piscina, para em outro pequeno poço, logo mais abaixo, criando outra opção para se banhar…. (incrível).

A coloração do poço ou piscina que se forma das águas, é amarela pela manhã, e que se transforma em um amarelo ouro, brilhante, mais colorida ainda, quando os raios de sol batem em suas águas, dando um efeito surreal.

DICA Faça esta trilha pela manhã, bem cedinho. Sendo um dos primeiros, não precisará disputar lugar com ninguém, e depois seguir para o Mirante da Janela, que chega fazer fila para fotos. Na volta da Janela, exausto, nada como outro belo banho refrescante. Esta trilha até a cachoeira do Abismo é indicado também para crianças, que irão curtir muito este pedaço da Chapada.

  • CACHOEIRA DO ABISMO
  • Trilha: Moderada
  • Entrada: Paga
  • Necessidade de Guia: Não
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★★

Após uma ótima parada e uma relaxada nesta ‘piscininha’, pé na trilha, pois há mais 1 hora de caminhada até o próximo ponto e com sorte, podemos avistar alguns animais silvestres pela trilha bem demarcada…

O Mirante da Janela é o outro cartão postal da Chapada dos Veadeiros, pois não existe apenas um cartão postal deste lugar. Teremos um pouco mais de dificuldades a partir daqui, pois haverá subidas, algumas pontes duvidosas, exposição ao sol, dependendo de seu posicionamento, mas também algumas sombras. Mas a trilha ainda é considerada leve alternando para moderada em alguns pontos, e com uma paisagem linda.

Sempre orientamos carregar o mínimo possível em uma trilha, pois quanto mais pesada sua mochila, maior será o seu cansaço. Não se esqueça de trazer seu lixo de volta.

MIRANTE DA JANELA

Uma moldura natural perfeita com as Cachoeiras do Salto 120 e 80 ao fundo.

Um dos principais atrativos da Chapada é o Mirante da Janela. Você deve ter visto muitas fotos de turistas em cima do arco, e as fotos ficam lindas. Mas é uma pena, visto que, é expressamente proibido subir no arco. A ação antrópica (ações realizadas pelo homem na natureza) faz com que o pedaço de quartzo acima, se desgaste, forçando a sua queda. Toda essa sustentação da janela é segura por uma pequena pedra abaixo da linda paisagem. Mas isso não quer dizer que a área do arco é completamente restrita, mas apenas tomar as devidas precauções tirando belas fotos “entre o arco”, e não em cima do arco.

O local mais disputado da Chapada para uma foto… Aqui se faz fila pela manhã, imagine pela tarde. Por isso é importante ir cedo, e na volta, curtir um pouco mais a Cachoeira do Abismo enquanto os outros visitantes estão indo para a Janela. A trilha até o Mirante da Janela é de 3,5 km desde a portaria! Não é uma trilha difícil, apenas de solo irregular e algumas pontes duvidosas. Mas a trilha é bem agradável com alguns pontos com sombra para descanso e a Cachoeira do Abismo para se refrescar. Com sorte podemos até avistar alguns animais silvestres pela trilha.

Essa região denominada “Mirante da Janela”, possui na verdade 3 mirantes para curtir a paisagem com a Cachoeira do Salto 120 ao fundo. É sempre bom contratar um guia para não ficar procurando estes mirantes e não sofrer com contratempos, mas caso esteja sem guia, o ponto final da trilha é exatamente no deck de madeira. Para entender o lugar, (1) o Mirante da Janela vem primeiro, (2) logo acima do Mirante da Janela, temos o deck de madeira com uma vista panorâmica de 360° (3) e um mirante escondido atrás do deck de madeira. Achando um destes pontos, conseguirá se situar.

Esta trilha, composta pela Cachoeira do Abismo e pelo Mirante da Janela, podemos fazê-la em meio dia, ou até menos, dependendo da sua disposição. Mas Certamente, se tiver um dia inteiro disponível para apreciar desde o amanhecer até o anoitecer, será uma experiência e tanto.

  • MIRANTE DA JANELA
  • Trilha: Moderada
  • Entrada: Paga
  • Necessidade de Guia: Não
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★★

VALE DA LUA

Outra parada obrigatória da Chapada, na Rodovia GO-239, km 29, entre São Jorge e Alto Paraíso, está o Vale da Lua. De carro, o lugar é de fácil acesso, saindo da rodovia, terá uma estrada de chão de aproximadamente 4 km até a portaria.

A portaria do Vale da Lua é bem estruturada, com estacionamento, banheiros e local para refeição. O valor da entrada custa R$20,00.

Após a portaria, uma trilha curta com aproximadamente 10 minutos até um espaço maravilhoso com os belos cânions e sua superfície incomum, e uma piscina natural rasinha ao final das corredeiras que o acesso é liberado para se banhar.

O Vale da Lua, famosinho na Chapada por ter sido cenário de filmes e novelas brasileira, é diferente das demais paisagens da região, é um conjunto de formações rochosas cavadas nas pedras pelas corredeiras de água transparente do rio São Miguel. As formações rochosas destes cânions chamam muito atenção, mas tomem cuidado, é arriscado ficar beirando-os, principalmente em épocas de chuva, pois se tornam extremamente escorregadios. Nessas épocas chuvosas, alguns pontos do local estarão restritos.


O Vale da Lua, nome dado a este lugar por parecer com a superfície da lua.
  • VALE DA LUA
  • Trilha: Leve
  • Entrada: Paga
  • Necessidade de Guia: Não
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★★

OS CÉUS DA CHAPADA

O pôr do sol na Chapada. Todo fim de tarde, um espetáculo mais belo que o outro.

Em nenhum outro lugar (ainda), tivemos essa experiência tão mágica de contemplar tantos fenômenos quanto nos céus da Chapada. O sol se pondo na estrada, lembrando muito uma aurora austral colorindo de rosa o final do dia. Um arco-íris de ponta a ponta nos presenteando em outro final de dia na estrada. As tempestades fortes, localizadas em uma determinada região, e nós acompanhando aquele fenômeno da parte mais alta da Chapada, de longe, do alto, surreal. Um céu assustadoramente estrelado visto a olho nu, parelho ao céu do deserto de Salar Uyuni, só faltou avistarmos E.T.’s 👽

Esse arco íris foi lindo demais !

Em São Jorge e Alto Paraíso, veremos em toda parte, homenagens aos alienígenas. É o lugar mais esotérico do Brasil. Os moradores mais antigos afirmam que o lugar sempre foi ponto de avistamento de OVNIs. Um fato curioso sobre a Chapada é que a região fica acima de uma placa de quartzo e os mais místicos afirmam que o lugar é protegido pela energia dos cristais. Além de afirmarem que Alto Paraíso é cortado pela linha do Paralelo 14, a mesma linha que corta a mística Machu Picchu. Alguns moradores até arriscam que os E.T.s vem pra garimpar os cristais existentes na Chapada.

  • OS CÉUS DA CHAPADA
  • Trilha: Não há
  • Entrada: Gratuita
  • Necessidade de Guia: Não
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★★

Veja aqui outros pontos turísticos de São Jorge:

ALTO PARAÍSO

Alto Paraíso de Goiás é o município e a capital da Chapada dos Veadeiros, e dentro dele estão as Vilas de Alto Paraíso e Vila de São Jorge, que são os locais mais procurados para se hospedar na região. A Vila de Alto Paraíso, é maior, mais movimentada, possui maior infraestrutura, alguns bancos, posto de gasolina e diversos tipos de comércios. O ônibus intermunicipal que vem de Brasilia, faz ponto final na cidade. Não há caixa 24h, apenas em Brasília ou em alguma cidade escondida a caminho de Brasilia (que eu acho difícil). Os pontos turísticos mais procurados em Alto Paraíso é o Complexo dos Couros, o Vale da Lua que está entre Alto e São Jorge, Cachoeira dos cristais, Loquinhas e Macaquinhos, sendo que alguns pontos também é possível chegar de bike. Leve dinheiro trocado também, pois muitos lugares não aceitam cartão.

COMPLEXO DOS COUROS

Talvez, o lugar na Chapada onde você terá a maior conexão com a natureza, um lugar para lavar a alma. O Complexo dos Couros é uma região formada pelas belíssimas Cachoeiras da Muralha, Almécegas Mil, Parafuso e Bujão. Exatamente nesta ordem, e conforme vai margeando o rio dos couros, elas vão surgindo. Muitos visitantes elegeram o Complexo, como o lugar mais incrível da Chapada.

Cachoeira da Muralha, com um volume de água incrível, assustador.

O Complexo dos Couros está localizado em Alto Paraíso, a 55 km do centro. São 20 km pela GO-118, em direção a São João d’Aliança, e mais 35 km de estrada de terra, com subidas e descidas em uma estrada bastante irregular. Em época de chuva, a estrada de terra dificultará e muito a transitação de veículos pequenos.

O nome “Complexo dos Couros” deu-se ao fato de que no passado, os caçadores vinham lavar o couro de suas caças abatidas. Geralmente essas caças eram veados, pois o local era repleto deles.

Aqui não é cobrado entrada, apenas uma taxa de estacionamento. E a trilha super simples, desde o estacionamento até a primeira cachoeira, que leva aproximadamente 1 km, e o restante da trilha, margeando o Rio dos Couros é de aproximadamente 5 km, ida e volta. Mesmo apresentando alguns pontos de dificuldades, a trilha é ainda avaliada como nível fácil, mas é necessário contratar um guia, pois ele irá lhe orientar o que é seguro ou não fazer neste lugar.

Um fato importante que anda acontecendo nesta região, é a interferência do Governo Federal em avançar o agronegócio, e sucessivamente tomar esta região para o trabalho agropecuário, atingindo uma das áreas mais importantes para a biodiversidade do cerrado. Imagine um paraíso desses, de proteção ambiental, ameaçado para implementar o agronegócio? É um perigo para o meio ambiente. Existem hashtags em defesa da Chapada, caso queiram abraçar esta causa, compartilhem esta referência: #CHAPADADOSVEADEIROS💚 A região é tão importante para o cerrado, quanto a Mata Atlântica é para o Brasil.

CACHOEIRA DA MURALHA

A primeira cachoeira do circuito do Complexo dos Couros, é a Cachoeira da Muralha com uma queda d’água de aproximadamente 20 metros e que vai desaguando nas demais cachoeiras do Complexo dos Couros. Em nossa visita, fomos contemplados com uma chuva maravilhosa. Não deu para passear pelos degraus da Muralha, como costumam fazer os visitantes, em época de seca, mas a visão que tivemos da Muralha jorrando aquele volume de água desesperadamente, foi uma experiência maravilhosa. Portanto, o cenário muda completamente em diferentes épocas do ano. Não é á toa que os guias informam que podemos encontrar um cenário diferente na Chapada em épocas de chuvas ou não, mas certamente os dois cenários são lindos.

Como sendo a primeira do circuito, o ideal é conhecer todas as outras quedas também e somente depois retornar para um banho aqui. Em época de seca, teremos dois poços agradabilíssimos para banho. Beirando a lateral direita da Muralha, em uma trilha pequenina, há uma mini cachoeira com uma queda d’água bem suave, onde vale a pena parar para uma ducha, tanto no período de seca ou de chuvas.

ALMÉCEGAS MIL

A segunda cachoeira do circuito dos Couros é Almécegas Mil ou Cachoeira de São Vicente. É a mais famosa do circuito e também a cachoeira em que o cenário mais se transforma de acordo com o volume da água. Normalmente em época de seca, é possível descer para se banhar, acredita? Olhando para este cenário com tanta água, em uma queda tão potente, parece até impossível. Nas imagens abaixo, podemos ver como é a Almécegas em período de chuva e em período de seca, onde é possível até caminhar pelos degraus da Cachoeira.

Margeando o Rio dos Couros, iremos presenciar alguns pontos onde podemos nos banhar, mas em época de chuva, somente um guia irá lhe dizer qual ponto é seguro para banho e qual é arriscado. Aqui é um ponto onde as águas se misturam com águas de outros rios, inclusive do Rio Almécegas onde a queda será na Cachoeira do Parafuso.

CACHOEIRA DO PARAFUSO

A terceira do circuito dos couros, é a Cachoeira do Parafuso, e também a que mais nos impressionou com a quantidade de água rolando queda abaixo, em forma de dança, cobrindo o enorme paredão de pedra. Daqui ainda é possível ver a Cachoeira Almécegas Mil, completando todo este cenário de águas rolando ferozmente até a queda da última cachoeira, a do Bujão. A chuva foi divinal, e a queda d’água de todas as cachoeiras estavam um show á parte. Aqui também é outro lugar onde o cenário se transforma completamente em épocas de chuva ou seca.

Existem dois pontos estratégicos para contemplar a força da natureza nesta cachoeira. O ângulo é praticamente o mesmo, mas de lugares diferentes. Um dos pontos é “quase” no pé dela, onde há uma pedra que serve como pedestal para tirar fotos e pegar todo o percurso das águas, e o outro ponto é subindo pelo morrinho ao lado. Como estávamos em época de chuva, não foi possível descer até a Cachoeira do Bujão, que aliás, é o ponto mais complicado do circuito.

Lugar para se passar um dia completo! A portaria possui estacionamento e apenas uma barraquinha com café preto, e só. Para almoçar, o guia combina com os grupos para levar até o restaurante da Dona Eleusa, próximo da região com comida caseira e banheiros.

  • COMPLEXO DOS COUROS
  • Trilha: Moderada
  • Entrada: Gratuita
  • Necessidade de Guia: Sim
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★★

Veja aqui outros pontos turísticos de Alto Paraíso:

CAVALCANTE E COMUNIDADE KALUNGA

Um pouco mais distante, a exatamente 90 km do trevo de Alto Paraíso, está o município de Cavalcante e 30 km mais á frente, em Engenho II, a Comunidade Kalunga e suas belíssimas cachoeiras. Cavalcante, a terceira opção em hospedagem, é um pouco mais estruturada que São Jorge e menos que Alto Paraíso e possui alguns poucos comércios mas não possui caixa 24 horas. Para chegar até esta região, pegar a GO-118 e depois a GO-241, que são asfaltadas e muito bem sinalizadas, porém, já em Cavalcante, haverá trechos de estrada de terra, esburacada, estreita e sem sinalização alguma. Não há ônibus que leva até esta parte da Chapada, portanto se não estiver com veículo próprio ou alugado, terá que combinar carona com algum visitante. O mesmo grupo de Facebook e WhatsApp sobre caronas, também servem para contratar guias e hospedagem.

Aqui a principal atração é a Cachoeira de Santa Bárbara, já na comunidade Kalunga. Pelos arredores da região, teremos outras diversas cachoeiras, como Candaru e Capivara que geralmente os guias costumam combinar passeios no mesmo dia com Santa Bárbara, já que cada uma delas foi limitado a 1 hora de visitação por grupos. Mas mesmo assim, fazer estas três cachoeiras no mesmo dia, fica super corrido, mesmo que as cachoeiras sejam limitadas em 1 hora por visitante. Se você estiver fazendo um bate-volta na região, que é super normal, ou você aceita o passeio “corrido” para conhecer as três ou escolhe apenas duas. Caso estiver hospedado em Cavalcante, ou próximo do centro de visitantes, faça as outras duas em um dia e deixe Santa Bárbara exclusivamente para o período da manhã e deixe a tarde livre para conhecer outra mais afastada. Na região ainda pode-se conhecer o Complexo do Prata, São Bartolomeu, Veredas e Poço Encantado.

DICA → Pra quem está indo de São Jorge ou Alto Paraíso para Santa Bárbara sem guia, um GPS via satélite será melhor que um GPS via internet ou então baixar um mapa offline, pois em vários pontos depois de Cavalcante a internet é praticamente nula e com pouca sinalização…

CACHOEIRA DE SANTA BÁRBARA

A Cachoeira de Santa Barbara é considerada pelos turistas como a mais linda e a mais badalada de toda a Chapada. Com uma queda de 30 metros, ela possui uma piscina natural com chão de calcário e a sua cor dependendo da época do ano, ora azul turquesa, ora verde esmeralda, que nenhuma outra possui, e como sua nascente está a apenas 1 km da cachoeira, faz com que ela se torne a mais transparente das cachoeiras da região.

Essa cachoeira realmente é sensacional, mas também, a mais frustrante em época de chuvas. Como está muito perto de sua nascente, se chover, seu lago fica extremamente turvo, escondendo seu belo lago transparente. E se a chuva parar rapidamente, ela será também a primeira a retomar seu tom natural.

Santa Bárbara é um lugar obrigatório para os amantes da natureza e poder desfrutar desta cachoeira é realmente um privilégio. Sua visita só pode ser feita com a presença de guias da comunidade, portanto, utilize o mesmo guia para conhecer as outras cachoeiras da região, afinal, o tempo de permanência nas cachoeiras é de 1 hora por grupo.

Do centro de visitantes até a cachoeira, são 5 km de pau de arara e 1,7 km caminhando. A comunidade dos Kalungas Quilombolas (descendentes de escravos) são os quem cuidam e preservam a região. Os trabalhos de manejo de trilhas e os cuidados com os turistas são impecáveis.

Como é uma das atrações mais disputas da Chapada, e os Kalungas preservam o local, a quantidade de visitantes diários é limitado, portanto é aconselhável comprar o ingresso antecipado pela internet, principalmente em alta temporada (férias e feriados). Caso tenha esgotado pela internet, ainda são disponibilizados mais 200 ingressos para os primeiros que chegarem. Isto significa que tenha que “madrugar” na fila, para conseguir uma senha que dá direito a comprar sua entrada na bilheteria que só abre às 07h. Há quem chegue às 03h, 04h, 05h e por aí vai. O valor do ingresso custa R$20 e o pau de arara até o início da trilha custa R$10 (ida e volta)

No centro de visitantes há banheiros e algumas barraquinhas com café, leite, bolo e pães. Para almoçar no retorno do passeio, os Kalungas vendem comida caseira.

  • CACHOEIRA SANTA BÁRBARA
  • Trilha: Moderada
  • Entrada: Paga
  • Necessidade de Guia: Sim
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★★

CACHOEIRA DE CANDARU

A Cachoeira de Candaru, uma das mais belas quedas da região, também está localizada próxima dos Kalungas Quilombolas, em Engelho II. São 7 km de distância entre o centro de visitantes até a cachoeira. Este passeio só pode ser feito com guias locais e o transporte é feito através de pau de arara. Como é um caminho com o solo esburacado e uma descida bastante íngreme, o passeio de pau de arara se transforma em uma verdadeira aventura, mas ainda assim é possível contemplar a bela paisagem até a cachoeira. Essa cachoeira impressiona pela sua bela quando surge em meio à pequena trilha do estacionamento até ela.

A Cachoeira de Candaru possui 70 metros de queda d’água e 8 metros de profundidade, em seu primeiro poço, já o segundo poço, bem rasinho. Um ótimo lugar para dar um mergulho, apesar de ser a cachoeira com a água mais gelada que sentimos em toda a Chapada. Muito cuidado com este lugar, caso não saiba nadar. O tempo máximo para ficar nesta cachoeira é de 1 hora por grupo.

O ingresso custa R$10 e a viagem de pau de arara custa R$10 ida e volta.

  • CACHOEIRA DE CANDARU
  • Trilha: Moderada
  • Entrada: Paga
  • Necessidade de Guia: Sim
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★

MIRANTE DA NOVA AURORA

Regressando de Santa Barbara, sentido Alto Paraíso na GO-241, bem no topo da serra, iremos passar por este mirante, totalmente perceptível. Uma parada obrigatória para fotos e para contemplar uma vista panorâmica sensacional. Daqui podemos acompanhar as depressões e veredas, o voo de diversas aves, e contemplar um pôr do sol surreal. Um mirante incrível para guardar na memória e nas fotografias.

  • MIRANTE DA NOVA AURORA
  • Trilha: Não há
  • Entrada: Gratuita
  • Necessidade de Guia: Não
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★ 

CACHOEIRA DO POÇO ENCANTADO

Esta é uma cachoeira em área particular. Soa até entranho né? ter uma cachoeira no seu quintal. Sim, mas para quem é da região, isso é muito comum e muitas outras cachoeiras pela Chapada estão em terreno particular. Isto é, cobra-se a entrada ou o dono simplesmente não autoriza a entrada de turistas.

A Cachoeira do Poço Encantado, é outra opção para quem está em Cavalcante ou em Alto Paraíso. Seja num bate-volta ou hospedado na região,é possível chegar com facilidade. Ela está localizada a 23 km de Cavalcante e 52 km ao norte de Alto Paraíso, na Fazenda Rio de Pedra, no km 222 da GO-118. Saindo da rodovia, encontrará uma estrada de terra que o deixará na entrada da fazenda, com guarita, estacionamento e restaurante para refeições.

Um lugar agradável, com a sensação de um ambiente familiar para permanecer por horas se banhando da água tranquila da cachoeira, que possui uma queda de 20 metros d’água cristalina e que forma uma deliciosa prainha artificial de areia branca. É possível chegar bem próximo da queda para os mais aventureiros ou então, curtir a prainha artificial .

O nome “Poço Encantado” tem origem em histórias contadas pelos antigos moradores da fazenda, que diziam haver um diamante no fundo do poço. E nas noites de lua cheia a pedra preciosa se movimentava e produzia um clarão que, mesmo de longe, podia ser avistado

O valor da entrada custa R$25,00 e do estacionamento até a cachoeira, leva apenas 5 minutos em uma trilha simples e tranquila.

  • CACHOEIRA POÇO ENCANTADO
  • Trilha: Leve
  • Entrada: Paga
  • Necessidade de Guia: Não
  • Nossa Avaliação: ★ ★ ★ ★ ★ 

veja aqui outros pontos turísticos de Cavalcante:

São muitas atrações na Chapada. Se for com poucos dias para curtir, vai precisar voltar, se for em uma quantidade razoável de dias, vai querer voltar. De todas as formas, a Chapada dos Veadeiros vai deixar saudades, podem acreditar📍

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